Sinergias|GRI G4-DMA|

Buscando captar os melhores resultados, a fim de manter-se competitiva e na vanguarda, a Organização Odebrecht tem por princípio promover as melhores sinergias entre as várias empresas que compõem o seu Negócio. Essa troca de know-how e esforços tem garantido, ao longo de todos esses anos, o desenvolvimento perene e sustentável. Nesse sentido, vale destacar três ações que envolveram diretamente a Odebrecht Agroindustrial na safra 2014/2015:

 

Bahiamido

Criada em 2010, a Bahiamido, empresa criada por Dr. Norberto Odebrecht, atua na fabricação de amidos e féculas de vegetais, utilizando a matéria-prima produzida por parcerias agrícolas com cooperativas familiares da região do Baixo Sul da Bahia. Por decisão do Conselho de Administração da Odebrecht S.A., este Negócio passou, a partir de março de 2015, a ser liderado empresarialmente pela Odebrecht Agroindustrial.

Odebrecht Terras

Durante a safra 2014/2015 foi constituída a Odebrecht Terras S.A., antes uma diretoria da Odebrecht Agroindustrial. A nova empresa é responsável pelo melhor aproveitamento das fazendas mantidas pela Odebrecht Agroindustrial, trazendo segurança empresarial ao Negócio por meio de aquisição de terras para plantio de cana e ampliação do volume adquirido de Fornecedores. Também está sob seu escopo gerir as áreas de Reservas Legal e Áreas de Proteção Permanente (APPs), além de buscar novos parceiros.

Biocom

Contando com a expertise da Odebrecht Agroindustrial, que transferiu conhecimento e atuou na gestão do projeto, foi inaugurada em outubro de 2014 a primeira empresa produtora de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa de cana-de-açúcar de Angola. Com investimento de US$ 750 milhões e o que há de mais atual em termos de tecnologia, a Biocom – Companhia de Bioenergia de Angola – está localizada em Cacuso, na província de Malanje. A Unidade Agroindustrial conta com aproximadamente 10 mil hectares de área cultivada e tem capacidade para moer 2,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra, que darão origem a 256 mil toneladas de açúcar e a 28 mil m³ de etanol, além 235 GWh de energia elétrica por ano. O projeto é resultado de uma parceria entre a Sonangol, estatal de petróleo de Angola (20%), o grupo angolano Cochan (40%) e a Organização Odebrecht (40%).